É um micro-circuito eletrônico constituído de um código exclusivo e inalterável. Pode ser encapsulado em vários formatos como por exemplo vidro cirúrgico microrevestido em capa de polipropileno biocompatível e antimigratório para uso em animais. O microchip não possui bateria, permanecendo inativo. É energizado apenas quando recebe um sinal enviado pela leitora. Fornece seu número exclusivo toda vez que for "scaneado“, enviando seu código que é mostrado no visor da leitora ou enviando a informação para um microcomputador.
Como o microchip não possui bateria, não há o que sedesgastar. Sua durabilidade depende do tempo que o material do encapsulamento demora para se decompor, podendo ser centenas de anos em alguns casos. O menor deles no mercado é do tamanho de um grão de arroz não cozido, medindo 12mm x 2mm.
A utilização de microchip em animais é o único método de identificação inviolável, permanente e totalmente seguro, além de oferecer inúmeras vantagens tanto para os criadores, como para os veterinários, federações, clubes e outros interessados. Devido as vantagens da identificação eletrônica, associada a um banco de dados Global, em vários países é obrigatório o uso de microchip. Só no Canada e nos Estados Unidos onde é obrigatório o uso há muito tempo, mais de 15 milhões de animais estão protegidos.
No mundo, este número passa de 50 milhões, já que na Europa também é obrigatório. Por ser um método de identificação de fácil aplicação, possibilitando segurança, praticidade e eficiência no controle, não há dúvida de que na América do Sul também será adotado com obrigatoriedade. No Brasil, a FECESP (Federação de Cinofilia do Estado de São Paulo) já adotou o sistema, sendo necessária a identificação através de microchip e cadastramento no Banco de Dados Oficial.