O projeto de lei que estabelece uma política nacional de controle de natalidade para cães e gatos, em especial dos animais de rua, foi aprovado pelo Senado nesta quarta-feira. Agora, os municípios poderão optar também pela castração química, uma tecnologia nacional – segura -, mais simples e barata.
“Optando pela esterilização química os municípios vão fazer mais com menos recursos já que o procedimento custa cerca de 70% menos do que a castração convencional e pode ser realizado em ambiente ambulatorial”, informa o médico veterinário Ricardo Lucas, sócio-diretor da Rhobifarma, laboratório responsável pelo Infertile, medicamento que castra quimicamente cães machos.
O projeto original determinava que o controle populacional deveria ser feito pela esterilização cirúrgica, a castração. No Senado, porém, uma emenda de plenário excluiu a palavra "cirúrgica" para permitir que outros métodos sejam usados, como a castração química.
Como ocorreram alterações, agora a proposta volta para a Câmara dos Deputados.
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